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Sistema cardiovascular e exercício resistido: ajustes crônicos

Se na postagem anterior relacionada ao exercício resistido nós falamos sobre ajustes/adaptações agudas decorrentes desse tipo de treinamento, nesta postagem iremos falar das adaptações crônicas.

Embora o exercício resistido provoque grande aumento da pressão arterial durante o exercício, de forma crônica, esse tipo de treinamento provoca redução crônica da pressão arterial sistólica e diastólica, sem alterar a frequência cardíaca de repouso. De fato, esse efeito da redução da pressão arterial de repouso é, aliás, observado após uma única sessão de exercício resistido, o que é denominado efeito hipotensor do exercício.

Além disso, o treinamento resistido diminui o aumento da pressão arterial durante o próprio exercício.

Isso é que o se sabe a respeito desse tipo de treinamento. Levando essas informações para o campo prático, fica evidente a importância de incentivar e prescrever treinos resistidos para pessoas que se enquadram nos grupos especiais, com ênfase os grupos de pessoas que possuem hipertensão. Essas pessoas, se realizarem exercício resistido de forma crônica, irão conseguir reduzir quantidade de remédios, melhorar a qualidade e a expectativa de vida.

Então, não hesite em prescrever treinos com exercícios resistidos para as pessoas. A “musculação” é uma das modalidade de exercícios mais segura e com grande potencial de promover melhoras em diversos aspectos para os indivíduos.

Bons treinos e boas prescrições!

Referência:

ANDRADE, M.S; DE LIRA, C.A.B. Fisiologia do Exercício. 1ª ed. Manole. São Paulo. 2016

João Pedro: Graduado em Educação Física / Mestrando em Ciências da Saúde (@navesjp)
Ricardo Viana: Graduado em Educação Física / Doutorando em Ciências da Saúde (@prof.ricardoviana)

João Pedro: Graduado em Educação Física / Mestrando em Ciências da Saúde (@navesjp) Ricardo Viana: Graduado em Educação Física / Doutorando em Ciências da Saúde (@prof.ricardoviana)

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