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Síndrome da imobilidade e atividade física

A síndrome da imobilidade, complexo que impede a mudança postural (Freitas et al., 2002), é um dos fatores que pode reduzir drasticamente o nível de atividade física e consequentemente pode deteriorar a aptidão aeróbia e do sistema cardiovascular (Bengt Saltin et al.,1960; Silva; Oliveira, 2016). Neste contexto, Bengt Saltin et al. (1960) conduziram em Dallas (EUA) um estudo com cinco jovens universitários em que avaliaram os efeitos da imobilidade.

O estudo foi dividido em 5 etapas:

1 – Avaliação inicial (VO2máx);

2 – Imobilidade por 20 dias (sentados ou deitados em camas hospitalares);

3 – Avaliação intermediária (VO2máx);

4 – Treinamento físico por 55 dias (corrida contínua ou intervalada);

5 – Avaliação final (VO2máx).

Os resultados mostraram após o período de imobilidade que VO2máx sofreu uma redução de 27% (~1%/dia), bem como uma piora na função cardíaca. Por outro lado, o treinamento físico realizado proporcionou valores de VO2máx acima dos valores coletados na avaliação inicial.

Tais achados, juntamente com resultados de outros estudos (Certo, 1985; Kortebein et al., 2007) propiciaram um novo olhar para o tratamento de pacientes internados em unidade de terapia intensiva (UTI), contribuindo para elaboração de novas estratégias de tratamento (Needham et al., 2010; Schweickert et al., 2009).

Quer saber mais? Fique atento(a) às publicações do blog!

João Pedro: Graduado em Educação Física / Mestrando em Ciências da Saúde (@navesjp)
Ricardo Viana: Graduado em Educação Física / Doutorando em Ciências da Saúde (@prof.ricardoviana)

João Pedro: Graduado em Educação Física / Mestrando em Ciências da Saúde (@navesjp) Ricardo Viana: Graduado em Educação Física / Doutorando em Ciências da Saúde (@prof.ricardoviana)

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