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Método pirâmide decrescente

O método pirâmide decrescente, de alguma maneira, se assemelha ao método pirâmide crescente (post anterior). Na pirâmide decrescente utilizada atualmente, se realiza um pequeno número de repetições com cargas elevadas, com progressiva redução da carga e aumento do número de repetições. Lembrando que nesta versão atual, as repetições são realizadas até a fadiga ou próximas a ela, na maior parte dos casos. Veja no exemplo a seguir:

1ª série – 6 repetições – 55 kg

2ª série – 8 repetições – 50 kg

3ª série – 10 repetições – 45 kg

4ª série – 12 repetições – 40 kg

De acordo com Gentil (2014), apesar de ser a versão menos conhecida, esta é a que encontra maior amparo na fisiologia. A utilização de cargas mais elevadas no começo da série aproveitaria o estado neural para fornecer estímulos tensionais.

Mesmo com possíveis vantagens, as recomendações relativas à pirâmide crescente, de manter uma variação mais estreita de repetições e usar o método como artifício didático, continuam prevalecendo. Aqui o método seria útil para adaptar na transição de treinos tensionais para metabólicos em pessoas acostumadas a treinar com repetições baixas por muito tempo.

Bom treino a todos(as)!

Referência:

Gentil P. Bases científicas do treinamento de hipertrofia. 5a edição. (Create Space (ed.).). Charleston; 2014.

João Pedro: Graduado em Educação Física / Mestrando em Ciências da Saúde (@navesjp)
Ricardo Viana: Graduado em Educação Física / Doutorando em Ciências da Saúde (@prof.ricardoviana)

João Pedro: Graduado em Educação Física / Mestrando em Ciências da Saúde (@navesjp) Ricardo Viana: Graduado em Educação Física / Doutorando em Ciências da Saúde (@prof.ricardoviana)

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