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Fisiculturismo

O termo culturismo remete a cultivar e cuidar, logo a expressão cultura física indica uma evolução continua do organismo através da prática da ginástica e do esporte (BARBANTI, 1994; FERREIRA, 1999; HOUAISS, 2007).

Em 1970, na França, o termo culturisme (culturismo em francês) foi conceituado como a prática continua de exercícios físicos pré-determinados visando o desenvolvimento de grupos musculares específicos (BENDEL, 1986; BITTENCOURT, 1984; CAPINUSSU, 1989; COURTINE, 1995; TUBINO, 2007).

O fisiculturismo é caracterizado como uma modalidade que visa classificar os atletas com bases em alguns critérios: hipertrofia muscular, definição muscular, proporção entre grupos musculares (harmonia) e apresentação de uma coreografia de poses (pré-definidas) (BITTENCOURT, 1984; BOMPA, 2000; HERNANDEZ, 2000; LEIGTHON, 1987; tubino, 2007).

Os atletas geralmente vestem-se apenas com uma tanga ou bermuda (para os homens) variando de acordo com a categoria em que o atleta se enquadrar. No caso das mulheres a apresentação é feita utilizando-se biquíni. A utilização pelos atletas de uma tinta específica (Jantana, Protan) ou óleo corporal pode promover uma melhor visibilidade das delimitações musculares, o que ajuda a deixar seus músculos mais visíveis.

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Referências:

 

BARBANTI, V.J. Dicionário de educação física e do esporte. São Paulo: Manole, 1994.

BENDEL, V. Culturismo Feminino. Lisboa: Editorial presença, 1986.

BITTENCOURT, N.G. Musculação: uma abordagem metodológica. Rio de Janeiro: Sprint,1984.

Ibrasa, 1989.

BOMPA, T.O. Treinamento de força consciente. São Paulo: Phorte, 2000.

COURTINE, J.J. “Os Stakhanovistas do narcisismo: body builder e puritanismo ostentátorio na cultura americana do corpo.” In: Sant’Anna, D.B. Políticas do corpo. São Paulo: Estação Libertade, 1995.

FERREIRA, A.B.H. Aurélio século XXI: o dicionário da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.

HERNANDÈZ, C. Enciclopédia del culturismo: retinas adaptadas a la morfologia, edad y sexo cómo desarrollar rapidamente La fuerza. Barcelona: Hispano Europea, 2000.

HOUAISS, A. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.

LEIGHTON, J.R. Musculação: aptidão física, desenvolvimento corporal e condicionamento físico. Rio de Janeiro: Sprint, 1987.

TUBINO, Manoel José Gomes. Dicionário enciclopédico Tubino de esporte. São Paulo: Samus, 2007

 

João Pedro: Graduado em Educação Física / Mestrando em Ciências da Saúde (@navesjp)
Ricardo Viana: Graduado em Educação Física / Doutorando em Ciências da Saúde (@prof.ricardoviana)

João Pedro: Graduado em Educação Física / Mestrando em Ciências da Saúde (@navesjp) Ricardo Viana: Graduado em Educação Física / Doutorando em Ciências da Saúde (@prof.ricardoviana)

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